Bebê é sequestrado da família adotiva pela mãe biológica no Entorno do DF

Midia-728x90
Midia-320x90
Acorda DF
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on linkedin

A Polícia Civil (PC) investiga um caso bastante inusitado que ocorreu em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Uma mulher foi à delegacia para denunciar que a filha havia sido roubada pela babá, no entanto, os delegados descobriram que a suposta sequestradora era a mãe biológica do bebê.

Segundo informações da PC, o caso aconteceu na última quarta-feira (18). A mulher que denunciou foi à delegacia para falar que a babá teria sequestrado a sua filha, de cinco meses. Com isso, a corporação começou a fazer um levantamento de dados e endereço para encontrar a suposta sequestradora.

Com as investigações, a equipe chegou em um endereço na Ceilândia Sul, no DF. Em conversa com os familiares da babá, foi revelado que a mulher tinha acabado de dar à luz a um bebê, o que chamou a atenção dos policiais, pois não teria motivos para ela sequestrar uma criança, já que tinha acabado de ter uma.

Após analise de uma foto da babá e da criança, eles perceberam que se tratava do mesmo bebê. Assim, a denunciante revelou que não era mãe biológica da criança e que tinha feito um método conhecido como “adoção à brasileira”, que é quando a adoção acontece de forma ilegal.

Outro ponto que chamou atenção dos investigadores foi a criança ter sido registrada em uma certidão falsa com o nome da denunciante, mas no mesmo papel que é utilizada nas certidões originais. Se essa suspeita for comprovada, elas também podem responder por falsidade ideológica.

O bebê ficou aos cuidados do Conselho Tutelar de Valparaíso de Goiás e aguarda a decisão judicial para saber quem ficará responsável pelo recém-nascido. A investigação segue em andamento.

As mulheres vão responder o processo em liberdade. Lembrando que a “adoção à brasileira” é considerada crime, e em caso de condenação, a pena pode chegar a seis anos de prisão.

 

 

Com informações do Mais Goiás

Leia também:

Comentários: