O Distrito Federal confirmou 23 casos de mpox em 2026, segundo a Secretaria de Saúde (SES-DF). Desse total, oito foram registrados apenas em outubro, indicando aumento recente nos diagnósticos da doença. O primeiro caso deste ano foi identificado em janeiro.
A Secretaria informou que ainda não foi possível identificar qual cepa do vírus está circulando com maior frequência na capital. O Laboratório Central de Saúde Pública do DF (Lacen-DF) realiza análises complementares em amostras para identificar o tipo viral.
A mpox é transmitida principalmente pelo contato físico direto com pessoas infectadas, especialmente com lesões na pele e nas mucosas. O compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas, roupas e roupas de cama, também pode favorecer a transmissão.
Entre os principais sintomas estão febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e o aparecimento de lesões na pele, que podem surgir em diferentes partes do corpo.
Prevenção e cuidados
A SES-DF orienta que pessoas com suspeita da doença procurem uma unidade de saúde para avaliação. O principal sinal de alerta é o surgimento repentino de lesões na pele ou nas mucosas, que podem aparecer em forma de bolhas.
Para evitar o contágio, a recomendação é não manter contato próximo ou íntimo com pessoas que apresentem lesões suspeitas, higienizar as mãos frequentemente e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Quem tiver suspeita ou confirmação de mpox deve evitar contato com outras pessoas e seguir as orientações dos profissionais de saúde, inclusive sobre o período de isolamento.
A Secretaria de Saúde informou que trabalha com as Regiões de Saúde do DF para atualizar os dados e acompanhar a circulação da doença na capital.









