A Polícia Federal abriu inquérito nesta quinta-feira (10/11) para apurar se o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, cometeu crimes de prevaricação e violência política. A investigação foi solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF).
A investigação tem o objetivo de averiguar a conduta de Vasques relativa à atuação da PRF no dia do segundo turno das eleições. As ações, realizadas em diferentes estradas, contaram com maior atuação no Nordeste, região em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) obteve mais votos no primeiro turno.
De acordo com o MPF, conforme amplamente divulgado na imprensa, as blitzs praticadas pela polícia não atenderam à ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e teriam sido executadas sob orientação de ofício expedido pelo diretor-geral da PRF.
O inquérito também terá como foco o trabalho da PRF contra os bloqueios e interdições de rodovias promovidos por manifestantes após o resultado das urnas. O caso está sob a responsabilidade da Superintendência da PF em Brasília.







