Nesta quarta-feira (28/12), a Polícia Federal (PF) encerrou as investigações e apontou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) cometeu incitação ao crime ao associar HIV a vacina em uma live.
Em outubro passado, em uma transmissão pelas redes sociais, o presidente disse que relatórios do governo do Reino Unido teriam mostrado que pessoas totalmente vacinadas contra Covid teriam desenvolvido Aids.
A PF encaminhou seu relatório ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes no última quinta-feira (22/12), apontando que Bolsonaro cometeu as infrações de atentar contra a paz pública e incitar a prática de crime. A corporação tentou colher o depoimento dele, mas isso não ocorreu. Ainda assim, o entendimento foi de que não comprometeu as apurações.
A live foi excluída das redes sociais por “violar as diretrizes de desinformação médica sobre a covid-19”.
A PF também atribuiu crimes ao tenente-coronel Mauro Cid apontado como responsável pela produção do material.









