Nesta terça-feira (14/2), o deputado federal, Alberto Fraga (PL-DF) criticou o afastamento do governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Ibaneis foi afastado por decisão do Supremo Tribunal Federal após atos de vandalismo que destruiram as sedes dos três poderes, em Brasília no dia 8 de janeiro.
De acordo com o parlamentar, o governador do DF serviu como “bode expiatório” para intimidar também os governadores de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
Fraga disse ainda que, a decisões [do STF] foram arbitrárias, “ditatoriais” e cobrou a casa legislativa: “essa casa continua sem fazer absolutamente nada”.
Assista:
Relatório PF
Na última quinta-feira (9/2), a Polícia Federal enviou um relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF) apontando que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), não foi conivente com os atos de vandalismo que destruiram as sedes dos três poderes, em Brasília no dia 8 de janeiro.
De acordo com a perícia dos celulares do governador, a PF concluiu que pelos conteúdos analisados a investigação não revelou atos de Ibaneis em mudar planejamento, desfazer ordens de autoridades das forças de segurança, omitir informações a autoridades superiores do governo federal ou mesmo de impedir a repressão do avanço dos manifestantes durante os atos de vandalismo e invasão.” O relatório foi divulgado pelo portal Metrópoles.
Ainda segundo o relatório, após o conhecimento da invasão dos prédios, foi possível constatar todo trato de Ibaneis, que realizou contatos com a vice-governadora Celina Leão (PP), com o delegado da PF e então secretário executivo de Segurança Pública do DF, Fernando Sousa; com o ministro da Defesa, José Múcio; com os presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco; e com o ministro da Justiça, Flávio Dino.









