Domingo (01/03), atos da direita levaram manifestantes às ruas em mais de 20 cidades brasileiras em protestos contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e contra decisões dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os atos reuniram políticos de destaque da oposição e marcaram mais um capítulo da disputa política em torno de temas como liberdade de expressão, atuação do Judiciário e críticas à atual gestão federal.
Em Belo Horizonte (MG), o protesto contou com a presença do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do governador Romeu Zema (Novo), que se tornaram algumas das principais vozes da oposição no estado. Ao lado de apoiadores, eles participaram de discursos e manifestações em defesa de pautas liberais na economia e de críticas ao que consideram excesso de interferência do STF na política nacional.
Em Brasília, a mobilização reuniu nomes de forte peso no campo bolsonarista. Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), participou do ato ao lado do líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), da deputada federal Bia Kicis (PL-DF) e dos senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Izalci Lucas (PL-DF), além de parlamentares distritais. As falas se concentraram em críticas ao governo Lula, à condução da economia e às decisões da Corte em processos envolvendo a direita.
No Rio de Janeiro, a orla de Copacabana voltou a ser palco de bandeiras, faixas e discursos. Os deputados Carlos Jordy (PL-RJ), Eduardo Pazuello (PL-RJ) e Hélio Lopes (PL-RJ) compareceram ao ato, reforçando o tom de oposição frontal ao governo federal e ecoando críticas às prisões e condenações de aliados políticos.
Os protestos também tiveram forte presença no interior e em capitais do Nordeste e Sudeste. Em Campinas (SP), quem marcou presença foi Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente, enquanto em Salvador o ex-ministro João Roma participou da mobilização, reforçando o alinhamento com o campo bolsonarista e defendendo mudanças na condução do país.











