Na última quarta-feira (7/6), o coronel da Polícia Militar de Goiás (PMGO) e ex-comandante das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), Benito Franco, foi solto, após uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O militar havia sido preso em abril durante a Operação Lesa Pátria, feita pela Polícia Federal (PF).
Benito terá que fazer uso de tornozeleira eletrônica, além de se apresentar a um juiz sempre que lhe for solicitado, não podendo deixar o país. A Justiça também determinou o desbloqueio de suas contas. O policial é filiado ao Partido Liberal (PL) e foi candidato a deputado federal nas eleições de 2022.
Benito é suspeito de ter participado dos atos em Brasília no dia 8 de janeiro. Um dos elementos de sua acusação é um vídeo gravado em dezembro de 2022, quando o militar afirmava que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não assumiria o cargo.
A Operação Lesa Pátria tem como objetivo apurar as invasões aos prédios públicos em Brasília no dia 8 de janeiro. Ela investiga suspeitos de participar, incentivar e financiar os atos.









