Eduardo Leite oficializa pré-candidatura à Presidência

Foto: Reprodução/Instagram

Nesta sexta-feira (6), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), anunciou sua pré-candidatura à Presidência da República. Ele fez um pronunciamento por meio das redes sociais, com uma mensagem intitulada “Manifesto ao Brasil”.

– O Brasil já viveu momentos em que precisou escolher entre se render às circunstâncias ou redesenhar seu próprio destino. Em diferentes épocas, fizemos escolhas estruturantes: a consolidação da República, a industrialização do século XX, a Constituição que consolidou a democracia, o Plano Real que venceu a hiperinflação. Hoje, estamos novamente diante de um ponto de inflexão. O mundo atravessa uma reorganização profunda de poder – iniciou.

Ele acrescentou que o Brasil “permanece dividido, fragmentado, excessivamente concentrado em disputas ideológicas e paroquiais que não produzem solução”.

– Enquanto outras nações formulam estratégias para 20, 30, 50 anos, nós ainda discutimos o dia seguinte. No lugar de debater nossos desafios, ficamos discutindo desafetos. Falta uma agenda clara de país. O Brasil não tem um problema de potencial. O Brasil tem um problema de direção.

O pré-candidato ressaltou ainda que “o Brasil precisa restaurar sua capacidade de decidir”.

– O reequilíbrio institucional e a igualdade de oportunidades também são fundamentais para que possamos enfrentar os privilégios do setor público e as diversas anomalias de funcionamento do Estado brasileiro. Lava Jato, Banco Master, farra de emendas, penduricalhos corporativos, benefícios fiscais descontrolados são manifestações de uma sociedade onde poucos grupos de interesses se apoderaram do Estado em benefício próprio. Somente instituições sólidas, equilibradas e independentes podem enfrentar isso.

Ele concluiu apontando que a “atual polarização tornou-se um fim em si mesma, o único projeto de país em discussão”.

– Mas o que propomos não é meramente uma ruptura ideológica. É uma reconstrução estratégica. Menos improviso. Mais planejamento. Menos radicalismo. Mais responsabilidade. Menos disputa vazia. Mais projeto de nação. O Brasil pode ser um país estável em um mundo instável. Pode ser potência energética e ambiental. Pode ser protagonista tecnológico. Pode oferecer prosperidade com democracia. Pode ser novo, diverso, criativo e ousado na direção de uma nação que lidera o seu futuro. Mas isso não acontecerá por inércia. Exige liderança, coragem e compromisso com as próximas décadas – não apenas com o próximo ciclo eleitoral. É com esta convicção, com fé e independência, que coloco meu nome à disposição do país – defendeu.

 

Com informações do PN

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