O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, proibiu o contato do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o empresário e advogado Willer Tomaz.
Em decisão sigilosa, o magistrado incluiu outras duas determinações: o cancelamento de todos os passaportes brasileiros, incluindo o diplomático, de Flávio Bolsonaro; e a entrega em até 24 horas de passaportes que Flávio Bolsonaro tenha de outras nacionalidades.
“E quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele e no meio da rua, eu fui intimado a entregar os meus passaportes e também estou proibido de deixar o país. A decisão do Alexandre de Moraes se baseou numa fala do Eduardo de 23/10 que eu deveria deixar o país se eu perdesse a eleição, eu nunca falei isso”.
Flávio e Willer são investigados em um mesmo inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal e que apura denúncias de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Os dois confirmam que são amigos, mas negam sejam sócios – e qualquer irregularidade.
Neste ano, Willer foi alvo da operação Sem Desconto, que apura irregularidades no INSS, e deixou o país para morar nos Estados Unidos.







