Neste domingo (6/4), uma reportagem publicada na imprensa nacional colocou foco sobre a evolução do patrimônio imobiliário do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e de sua família. Segundo o levantamento, o conjunto de imóveis ligados ao ministro e à advogada Viviane Barci de Moraes teria triplicado desde que ele assumiu uma cadeira na Corte, em 2017.
De acordo com a apuração citada por outros veículos, o casal teria hoje 17 imóveis, avaliados em cerca de R$ 31,5 milhões. O valor é apresentado como superior aos R$ 8,6 milhões registrados até 2017, antes da entrada de Moraes no STF.
O material também informa que, entre 2021 e 2025, foram feitas compras à vista de imóveis que somariam R$ 23,4 milhões, em endereços localizados em Brasília e São Paulo. Entre os bens mencionados estão uma casa no Lago Sul, um apartamento em Campos do Jordão e unidades no Jardim América, bairro nobre da capital paulista.
Segundo a reportagem repercutida neste domingo, parte relevante dessas aquisições teria sido realizada por meio do Lex Instituto de Estudos Jurídicos, empresa ligada a Viviane Barci de Moraes e aos filhos do casal. Moraes não aparece como sócio da empresa, mas o texto ressalta que o casamento é sob o regime de comunhão parcial de bens, o que inclui no patrimônio comum os bens adquiridos durante a união.









