A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) procura um quarto suspeito de participar da chacina da família da cabeleireira Elizamar Silva, 39 anos. A investigação apontou o envolvimento de Carlomam dos Santos Nogueira, de 26 anos, que é considerado foragido.
De acordo com a 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), policiais civis encontraram impressões digitais de Carlomam no cativeiro usado pelos criminosos e também no carro de uma das vítimas.
O crime envolve o desaparecimento de 10 pessoas da mesma família. Até o momento, já foi confirmada a morte de sete pessoas. O sétimo corpo localizado na última quarta-feira (18/1) pela PCDF estava enterrado no cativeiro onde teria sido mantida parte da família. A vítima é Marcos Antônio Lopes de Oliveira, sogro da cabeleireira.
Os corpos da cabeleireira Elizamar Silva, de três filhos dela, da sogra e de uma cunhada foram encontrados entre sexta (13/1) e sábado (14/1). As seis vítimas foram encontradas carbonizadas dentro de dois veículos, localizados em estradas de Goiás e de Minas Gerais. Duas delas teriam ficado no cativeiro antes da morte.
A Polícia Civil do DF agora procura o marido da cabeleireira. Também estão desaparecidas uma ex-mulher do sogro de Elizamar e uma filha dele.
Até o momento, a PCDF prendeu três suspeitos de envolvimento com o crime. Horácio Carlos Ferreira Barbosa, de 49 anos, Gideon Batista de Menezes, de 55 anos e Fabrício Silva Canhedo, de 34 anos.
Quem tiver informações sobre Carlomam, pode denunciar o paradeiro dele pelo número 197, da Polícia Civil.




Motivação
Segundo o delegado Ricardo Viana, da 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá, tudo indica que Gideon, Horácio e Fabrício se juntaram para subtrair os valores e matar os integrantes da família.
“Agora, trabalhamos com a tese de que Gideon, Horácio e Fabrício se associaram, subtraindo valores da família e ceifando as vítimas uma a uma. Com a localização desse sétimo corpo a coautoria fica prejudicada. Os membros desaparecidos não praticaram o crime juntos e não estavam em conluio com as três pessoas presas”, disse o delegado.








