O deputado Roosevelt Vilela (PP) fez uma publicação nesta segunda-feira (22/06) desafiando opositores do modelo de escolas cívico-militares no Brasil. Com tom contundente, ele argumentou que “tem gente que ataca a escola cívico-militar por pura ideologia” e citou um estudo internacional recém-publicado para sustentar sua posição.
A postagem do parlamentar repercutiu nas redes sociais após a divulgação de uma pesquisa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) na revista científica International Journal of Educational Development. O estudo analisou 66 mil alunos de 60 escolas em Goiás e apresentou dados que favorecem o modelo: redução de 10% nas reprovações, aumento de 15,25 pontos em matemática, 11,61 em português, e diminuição significativa da violência escolar.
Roosevelt que é bombeiro por formação, reforçou seu argumento dizendo que o modelo “defende a escola cívico-militar e não solta a mão de quem quer um futuro melhor pro filho”. A declaração reflete a polarização que envolve o tema na política brasileira, onde defensores apontam resultados acadêmicos como justificativa para expansão, enquanto críticos questionam o autoritarismo potencial dessas instituições.
No Distrito Federal, o modelo já está consolidado. Brasília possui mais de 20 escolas cívico-militares, 17 delas geridas pelo Corpo de Bombeiros, entre as 10 melhores da rede pública local. A demanda por vagas nessas escolas é alta, indicando aceitação significativa entre famílias brasilienses que buscam alternativas na educação pública.







