Neste domingo (9/8), o Distrito Federal registrou o dia mais quente do ano em diferentes pontos, com destaque para Águas Emendadas, em Planaltina, onde os termômetros chegaram a 34,1°C. O recorde anterior na região era de 33,5°C, registrado em janeiro.
No Plano Piloto, Brasília também renovou a máxima anual pelo segundo dia consecutivo. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgados pelo Correio Braziliense, a temperatura chegou a 31,9°C por volta das 16h, superando os 31,3°C registrados no sábado. A umidade relativa do ar ficou em 22%.
Outras regiões também enfrentaram calor intenso. Paranoá e Gama chegaram a 33,3°C, acima das máximas registradas no dia anterior. A combinação de temperaturas elevadas e umidade abaixo dos níveis recomendados mantém o Distrito Federal em cenário típico do período mais seco do ano.
A umidade caiu para 18% no Gama, 19% em Planaltina e 21% no Paranoá, índices que exigem atenção principalmente durante a tarde. O Inmet mantém avisos relacionados ao tempo seco e recomenda reforço na hidratação, além de evitar atividades físicas nas horas de maior calor.
Apesar dos recordes deste fim de semana, a maior temperatura já medida no Distrito Federal continua sendo 37,8°C, registrada em outubro de 2020, também na estação de Águas Emendadas.
E como fica a segunda-feira?
Nesta segunda-feira (10/8), a tendência é de continuidade do calor e do tempo seco no Distrito Federal, sem indicação de mudança significativa no padrão observado durante o fim de semana.
A previsão meteorológica aponta para predomínio de tempo firme, poucas nuvens e ausência de chuva significativa. As temperaturas devem voltar a subir ao longo da manhã, com as maiores marcas concentradas durante a tarde. A baixa umidade também deverá permanecer como o principal ponto de atenção.
Com o ar seco, a recomendação é aumentar a ingestão de líquidos, evitar exposição prolongada ao sol entre o fim da manhã e o meio da tarde e redobrar os cuidados com crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios.
O cenário também eleva o risco de incêndios em vegetação, especialmente em áreas de cerrado e terrenos com grande quantidade de material seco.





