A pedido da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a Justiça decretou a prisão preventiva de dois homens investigados por crimes patrimoniais em investigações conduzidas pela 2ª Delegacia de Polícia. Os dois suspeitos estão foragidos.
Um dos investigados é Marcone Alves da Silva, acusado de tentar furtar uma residência em reforma na Asa Norte na noite de 5 de abril de 2026.
Segundo a investigação, o homem entrou no imóvel pelo telhado, desceu por uma calha e permaneceu cerca de 30 minutos tentando acessar a casa. De acordo com a PCDF, ele utilizou uma faca para retirar os parafusos das fechaduras. Sem conseguir entrar na residência, rompeu o cadeado do portão e fugiu.
A ação foi registrada por câmeras de segurança. Além das imagens, exames periciais identificaram impressões digitais e palmares do investigado no local. Durante a apuração, a Polícia Civil também reuniu elementos que apontam o possível envolvimento dele em outras 18 ocorrências de furto e tentativa de furto registradas em um curto período.
Furto em estabelecimento comercial
Em outro procedimento, a Justiça também decretou a prisão preventiva de Wesllem André da Silva, investigado por um furto ocorrido em 23 de junho de 2026 em um estabelecimento comercial na Asa Norte.
Conforme as investigações, dois homens arrombaram o portão do comércio e furtaram uma televisão e quatro notebooks antes de fugir.
Segundo a PCDF, um exame papiloscópico identificou impressões digitais de Wesllem no local do crime. A investigação também utilizou imagens de câmeras de segurança que reforçaram os indícios de participação do suspeito.
A Polícia Civil informou ainda que Wesllem possui antecedentes por crimes patrimoniais, tráfico de drogas e falsa identidade, além de registros de fugas durante o cumprimento de pena. No caso de Marcone, a corporação destacou a suposta prática reiterada de furtos como um dos fundamentos para o pedido de prisão preventiva.
Os dois investigados permanecem foragidos. A PCDF solicita que informações que possam ajudar na localização deles sejam repassadas, de forma anônima, por meio do Disque-Denúncia 197. O sigilo é garantido.






