Brasilienses dormem mal: 31% relatam insônia e 20% dormem menos de 6 horas por noite nesta quarta-feira (04/02), de acordo com levantamento da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) sobre hábitos de vida na população adulta.
O perfil epidemiológico, divulgado neste ano, mostra que 31,1% dos moradores com 18 anos ou mais dizem sofrer com insônia com alguma frequência. Além disso, 20% relatam ter uma duração de sono noturno considerada curta, dormindo menos de seis horas por noite – abaixo do recomendado para a faixa adulta.
Os dados foram obtidos a partir do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, que monitora, por meio de entrevistas, o comportamento de moradores das capitais brasileiras e do DF. O informe reúne informações coletadas entre 2006 e 2024, mas os indicadores específicos sobre duração e qualidade do sono passaram a ser acompanhados a partir de 2024.
O levantamento integra um conjunto mais amplo de estimativas sobre fatores de risco associados a doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão arterial, diabetes mellitus e depressão. A ideia é observar como hábitos cotidianos – entre eles alimentação, prática de atividade física, consumo de álcool, tabagismo e, agora, o padrão de sono – se distribuem entre diferentes faixas etárias, sexos, níveis de escolaridade e contextos socioeconômicos.







