As eleições de domingo (4/10) mantiveram a maior parte dos deputados distritais no cargo, mas tiraram do Congresso nomes conhecidos do Distrito Federal. Na Câmara Legislativa, 17 dos 24 eleitos já tinham sido eleitos em 2022, e sete chegam como novatos. A renovação, de cerca de 29%, é bem menor que a de 2022, quando metade da Casa mudou.
Três distritais que tentaram a reeleição ficaram de fora: Iolando (MDB), Jorge Vianna (Democrata) e Delegada Doutora Jane (Republicanos). Daniel Donizet, eleito distrital em 2022, tentou uma vaga na Câmara dos Deputados pelo MDB e não conseguiu. Paula Belmonte (PSDB) disputou o governo do DF e terminou em terceiro lugar. Já Fábio Felix (PSOL) e Thiago Manzoni (PL) trocaram a Câmara Legislativa (CLDF) pela Câmara dos Deputados e foram eleitos.
Os sete novatos da Câmara Legislativa são Estefane Sampaio (Republicanos), Múcio (PSB), Keka Bagno (PSOL), Victor Jansen (PL), Rôney Nemer (PP), Renata Daguiar (Republicanos) e André Kubitschek (PL).
Na bancada federal, quatro dos oito deputados eleitos em 2022 renovaram o mandato: Rafael Prudente (MDB), Alberto Fraga (PL), Julio Cesar (Republicanos) e Professor Reginaldo Veras (PV). Fred Linhares (Republicanos), segundo deputado federal mais votado do DF em 2022, com 165.358 votos, não se reelegeu e ficou como suplente. Gilvan Máximo (Republicanos), que concorreu com o nome de urna Gilvan Patrulha do Consumidor, também ficou de fora. Bia Kicis (PL) deixa a Câmara para assumir uma vaga no Senado, e Erika Kokay (PT), que também disputou o Senado, não foi eleita e fica sem mandato a partir de 2027.
No Senado, a senadora Leila Barros (PDT), eleita em 2018, terminou em terceiro lugar e não renovou o mandato. O outro senador do DF com mandato encerrado neste ano, Izalci Lucas (PL), disputou a Câmara dos Deputados e foi eleito. Os novos parlamentares tomam posse em 2027: os distritais em 1º de janeiro, e os deputados federais e senadores em 1º de fevereiro.





