Vídeo: Manifestantes levam bandeira da Venezuela em ato do 8/1 em Brasília

Foto: Divulgação

A Praça dos Três Poderes reuniu manifestantes na manhã desta quinta-feira (8/1), durante um ato em defesa da democracia realizado ao mesmo tempo em que ocorria a cerimônia oficial em memória dos ataques de 8 de janeiro de 2023.

Com bandeiras, cartazes e palavras de ordem, os participantes protestaram contra ações consideradas antidemocráticas e defenderam pautas internacionais. Entre os gritos estavam críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de manifestações em apoio à liberdade na Venezuela. Parte do público exibiu bandeiras venezuelanas e fez discursos com tom de revolta.

No local, estavam integrantes de movimentos e organizações como o PCdoB, a Internacional Antifascista e apoiadores de causas internacionais. A mobilização ocorreu enquanto autoridades e representantes do governo participavam da solenidade oficial que relembra os atos.

Diversos movimentos sociais também marcaram presença, entre eles o Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e o Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro.

Coordenador-geral do MTST, Eduardo Borges afirmou que o ato contou com participantes de várias regiões do país, não apenas do Distrito Federal. Segundo ele, a mobilização reforça a defesa da democracia e mantém viva a memória do que classificou como um ataque brutal às instituições brasileiras. Borges destacou ainda que o objetivo é reafirmar que episódios como o de 8 de janeiro não serão esquecidos nem tolerados.

Já o presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro, Marlos Luz, participou do ato pela terceira vez em Brasília. De acordo com ele, uma das principais pautas defendidas é a garantia de direitos trabalhistas e a aprovação de um projeto de lei que reduza a jornada de trabalho para o modelo 5×2.

Segundo Marlos, os trabalhadores têm sido prejudicados ao longo dos últimos anos e a participação no ato representa, também, uma forma de defender a democracia e reivindicar melhores condições de trabalho.

Veja o vídeo:

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