Neste sábado (25), o Partido Liberal (PL) oficializou a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República durante a convenção nacional da legenda, realizada na Arena Pacaembu, em São Paulo. O evento reúne lideranças do partido e tem discursos marcados por críticas à esquerda, pedidos de união do campo conservador e referências à chamada “onda azul” na América Latina. O evento prevê discurso também do presidente da Argentina, Javier Milei.
Apesar da oficialização da candidatura, o PL ainda não anunciou quem ocupará a vaga de vice na chapa. A legenda mantém negociações para ampliar a aliança eleitoral, com conversas envolvendo o Republicanos e a federação União-PP, formada por União Brasil e Progressistas. O prazo para definição das chapas termina em 5 de agosto.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro gravou uma mensagem para ser exibida durante a convenção. Ela não participa presencialmente do evento, mas é homenageada com um totem instalado no espaço do PL Mulher.
Entre os presentes, estão o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o prefeito Ricardo Nunes (MDB), os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Sergio Moro (PL-PR), além de Renan Bolsonaro e Rogéria Bolsonaro, respectivamente irmão e mãe de Flávio Bolsonaro.
Na abertura do evento, Valdemar voltou a elogiar o ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que Flávio foi escolhido para dar continuidade ao projeto político iniciado pelo pai. “Flávio foi escolhido por Jair para continuar o projeto que deu certo”, afirmou.
Em vídeo enviado dos Estados Unidos, onde mora desde o ano passado, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) também defendeu a candidatura do irmão, criticou o governo Lula e disse que a direita precisa permanecer unida. “É Flávio Bolsonaro e, no ano que vem, Milei já está convidado para a posse”, declarou.









