Nesta tarde de segunda (23/01), foram velados e enterrados em Planaltina os corpos da cabeleireira Elizamar da Silva, de 39 anos e dos filhos dela; os gêmeos Rafael e Rafaela, de 6 anos; e também Gabriel da Silva, de 7 anos.
Além dos quatro corpos, outros três cadáveres relacionados ao caso surgiram ao longo da investigação da Polícia Civil do DF. Ao todo, dez pessoas da família estavam desaparecidas desde 12 de janeiro.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) procura pelo quarto acusado dos crimes, Carlomam dos Santos, 26 anos, vulgo Carlinhos, que ainda está foragido, é acusado de ser um dos executores das vítimas.
Digitais dele foram localizadas em vários locais do cativeiro e no veículo Renault/Senic. Até o momento, a polícia não conseguiu localizar o acusado. Investigação em 2018, realizada pelo Decor/PCDF, indiciou o foragido como integrante de uma facção criminosa.
Segundo o delegado da 6ª DP, Ricardo Viana, existem uma folha e um caderno com anotações dos nomes das vítimas, contas e senhas bancárias.
A equipe de investigação conseguiu apreender um bilhete em que Thiago é atraído pelo grupo para a chácara e pedem para que a vítima vá até o local na companhia de Elizamar e as três crianças assassinadas.
Durante as invetigacões, os policiais tiveram acesso às imagens do circuito da casa que fica ao lado do cativeiro. No dia 14, imagens mostram o momento em que o veículo Renault/Scenic deixa o local com o Fiat/Siena. Posteriormente, esse último veículo foi localizado queimado em Unaí (MG).
Ainda de acordo com o delegado Ricardo Viana, que coordenada as diligências do caso desde o dia 14 deste mês, a equipe de investigação batizou a operação de Inominada, com a finalidade de montar o quebra-cabeça das mortes ocorridas em série e de forma brutal, além de demonstrar a sua complexidade.








