Casos graves respiratórios começam a cair no país

Foto: Divulgação/SES-DF

Nesta quinta-feira (9/7), o Brasil registrou o início de uma queda nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), depois de cerca de cinco meses de crescimento. Apesar da melhora no cenário nacional, a circulação de vírus respiratórios ainda exige atenção em diferentes regiões do país.

O novo boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indica redução ou estabilidade dos casos entre pessoas de 2 a 49 anos e idosos com 65 anos ou mais. Entre adultos de 50 a 64 anos, porém, ainda há um leve aumento.

As crianças pequenas continuam com a maior incidência semanal da doença, principalmente por causa do vírus sincicial respiratório (VSR), uma das principais causas de bronquiolite. Já entre os idosos, a mortalidade permanece mais elevada, com predominância da influenza A.

No Distrito Federal, os casos graves associados à influenza B ainda apresentam crescimento. Brasília também permanece em nível de alerta, risco ou alto risco, embora sem aumento contínuo nas últimas seis semanas.

Desde o início de 2026, o país notificou 109.347 casos de SRAG. Mais da metade teve confirmação para algum vírus respiratório, enquanto parte dos registros ainda aguarda resultado de exames.

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