O baiano Isaquias Queiroz aumentou sua coleção de títulos mundiais na canoagem nesse sábado (6/8), em Halifax (Canadá). O canoísta chegou à sua sétima medalha de ouro ao vencer a prova do C1 500 metros. Isaquias, dono de um ouro, duas pratas e um bronze olímpicos (Rio 2016 e Tóquio 2020), já somava seis ouros e seis bronzes em Mundiais.
Na prova deste sábado, o brasileiro, de 28 anos, simplesmente não deu chances aos adversários. Ele concluiu em 1min54s49, 2s02 à frente do medalhista de prata, o romento Catalin Chirila. O bronze ficou com o tcheco Martin Fuksa, com o tempo de 1min56s79. Isaquias liderou a prova de ponta a ponta.
No domingo (7/8), o atleta ampliou ainda mais a contagem de medalhas em mundiais. Ele garantiu a medalha de prata na final do C1 1000 m, prova na qual se sagrou campeão olímpico ano passado nos Jogos de Tóquio. 
O canoísta largou em segundo lugar, e chegou a ser ultrapassado no meio da disputa, ficando na quarta posição. Mas o baiano não se deu por vencido e reagiu no nos 250 metros finais, com uma arrancada espetacular, que lhe garantiu o segundo lugar, 1s52 atrás apenas do romeno Catalin Chirila, que ficou com o ouro ao cruzar a linha de chegada em 4min14s28.
Dobradinha do Brasil no Mundial de Paracanoagem
Este sábado foi o último dia de disputas do Mundial de Paracanoagem, também em Halifax. O Brasil teve cinco atletas na água e dois subiram ao pódio na mesma prova. No VL 200m, Igor Tofalini e Fernando Rufino fizeram dobradinha para o país, com ouro e prata, respectivamente.
Tofalini venceu de forma emocionante, com o tempo de 51s67, apenas 33 centésimos à frente de Rufino, atual campeão paralímpico da prova.
O Brasil encerrou a competição no terceiro lugar no quadro geral de medalhas. Além dos dois pódios neste sábado, o país já conquistara uma uma prata (com Luis Carlos Cardoso, no KL1 200m) e um bronze (com Mari Santilli, no VL3 200m).









