O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, mais conhecido como Oruam, teve mandado de prisão preventiva revogado pela Justiça do Rio de Janeiro. A decisão é da 3ª Vara Criminal da Capital, do III Tribunal do Júri, em um processo no qual o artista e outras três pessoas respondiam pela tentativa de homicídio de dois policiais civis.
Um dos policiais mortos é o delegado Moyses Santana, titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE).
Oruam era considerado foragido da Justiça e estava sendo procurado pelas autoridades. A acusação indicava que o rapper teria jogado uma pedra contra os dois agentes, quando ele e amigos tentaram impedir o cumprimento de um mandado de busca e apreensão contra um menor de idade suspeito de integrar o tráfico de drogas.
A juíza Tula Corrêa de Mello considerou que não havia elementos suficientes para sustentar a acusação de tentativa de homicídio ou de que a pedra de 4,85 quilos foi arremessada por Oruam. Ainda segundo a magistrada, não foi possível demonstrar que o artista assumiu o risco de matar os dois policiais.
O caso agora será levado para uma vara criminal comum.
Oruam ainda responde pelos crimes de ameaça, dano qualificado, resistência, desacato e lesão corporal.









