O ministro Edson Fachin votou por volta das 11h15 deste domingo (4/10) no Centro de Ensino Fundamental 214 Sul, na Asa Sul. Ao deixar a seção, afirmou que eleições limpas e verificáveis sustentam o regime democrático. “Eleições periódicas, íntegras, seguras, transparentes e auditáveis são o motor da democracia”, declarou.
Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Fachin chegou à escola acompanhado da mulher, Rosana Fachin, e de policiais judiciais. Esperou cerca de 40 minutos na fila comum, ao lado dos demais eleitores, com quem conversou enquanto aguardava a vez de votar.
O ministro completou a declaração ao associar o voto à legitimidade dos eleitos. “Elas consistem numa fonte de legitimidade e, portanto, o dia de hoje é o dia de exercício da soberania popular para que essa legitimidade aos representantes, que serão eleitos pelo voto, seja coroada pela manifestação do povo brasileiro”, disse. Fachin também cumprimentou a Justiça Eleitoral e a sociedade brasileira pela realização do pleito e descreveu o domingo como um “exercício de escolha, de liberdade na democracia”.
Fachin votou em trânsito. O título eleitoral do ministro continua registrado em Curitiba, onde ele morava antes de chegar ao Supremo, em 2015. Como o eleitor que vota em trânsito fora do próprio estado só pode escolher o presidente da República, ele não votou para governador, senador nem deputados.
Na quinta-feira (1º/10), o presidente do STF havia divulgado nota em que convocava os mais de 158 milhões de eleitores a votar “com serenidade, consciência e confiança nas instituições”. No texto, classificou o voto como “a expressão máxima da cidadania e a garantia de que a vontade popular define o futuro do Brasil”.
A votação vai até as 17h, quando começa a divulgação dos resultados. O Acorda DF exibe a apuração em tempo real.






