O investigação foi conduzida pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte). Conforme apurado, o crime havia sido registrado inicialmente como suicídio. Entretanto, após analisar a ocorrência com mais detalhes, a tipificação foi alterada para homicídio.
Em fevereiro deste ano, na delegacia, a mãe confessou ter asfixiado a filha. Ela alegou ter cometido o crime para “proteger o neto de 3 anos”. Segundo a polícia, a jovem sofria de bipolaridade. As duas brigavam constantemente e a mais velha temia que a filha “pudesse fazer algum mal a seu neto”.
Mesmo após a confissão, as investigações continuaram a fim de apurar outras circunstâncias do fato. Após a delegada responsável pelo caso solicitar à Justiça a prisão da autora confessa, o mandado de prisão foi cumprido em Goiânia, onde Jacivânia se encontrava.
Conforme informado pela PCDF, na data do homicídio, a mãe teria dado remédios à filha, a fim de simular um suicídio, e, em seguida, a asfixiou com um cabo de computador. Após o crime, a mulher fugiu do apartamento com o filho da vítima, de 3 anos.
Caso seja condenada, a mulher pode pegar até 30 anos de prisão pelo crime de homicídio qualificado por asfixia e impossibilidade de defesa da vítima.







