Mulher tem dedos quebrados após ser assaltada na Asa Norte; suspeito seria morador de rua

Foto: Pixabay

Uma jornalista foi assaltada e agredida enquanto caminhava pelo Setor de Rádio e Televisão Norte (SRTVN), na Asa Norte, no domingo (9/8). Segundo a vítima, o autor do crime seria um homem em situação de rua.

A mulher contou que estava mexendo no celular quando foi abordada. Durante a ação, ela ficou ferida e teve alguns dedos das mãos quebrados. Por causa dos ferimentos, precisou se afastar do trabalho. As informações são do Metrópoles.

O caso é investigado pela 5ª Delegacia de Polícia (Área Central). A unidade deve solicitar imagens de câmeras de segurança instaladas na região para tentar identificar o responsável pelo roubo e pela agressão.

O episódio ocorre em meio a outros casos recentes envolvendo pessoas em situação de rua no Distrito Federal. Na sexta-feira (7/8), um zelador de um prédio na Asa Norte foi agredido a pauladas e precisou passar por cirurgia. Já na terça-feira (11/8), um homem em situação de rua invadiu um prédio na Asa Sul, fez uma idosa de 95 anos refém e morreu após ser contido por policiais. Também houve o registro de um furto a uma loja de conveniência na Asa Norte.

Governo anuncia protocolo

Diante dos casos, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou que o governo colocou em prática um protocolo para a internação involuntária de pessoas em situação de rua nos casos previstos pela legislação.

Segundo a governadora, a medida conta com um fluxo de atendimento que reúne as áreas de segurança, saúde e assistência social. Ela também afirmou que o GDF mantém a decisão de transferir o Centro POP da Asa Sul.

Celina disse ainda que, anteriormente, um dos principais problemas era a falta de um procedimento definido para situações envolvendo pessoas em situação de rua com transtornos mentais graves ou em condição de vulnerabilidade extrema.

De acordo com ela, o novo protocolo estabelece como os órgãos devem atuar nesses casos. A governadora afirmou que, antes, policiais militares tinham dúvidas sobre como proceder em ocorrências consideradas graves.

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