A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) fechou, nesta quinta-feira (1º), uma casa de prostituição que funcionava na CLN 305 Norte, na Asa Norte. A ação foi realizada pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) e faz parte de uma série de operações contra estabelecimentos investigados por exploração da prostituição de outras pessoas.
Segundo a PCDF, cinco mulheres e clientes estavam no imóvel quando os policiais entraram no local. As mulheres disseram que o espaço funcionava como casa de prostituição e relataram que pagavam à investigada pelo aluguel das salas e também por meio de um percentual sobre os atendimentos realizados.
A investigação começou após denúncias sobre o funcionamento irregular do estabelecimento, que também teria ligação com o tráfico de drogas. Durante as diligências, os policiais confirmaram a existência do local e identificaram uma mulher suspeita de explorar economicamente a prostituição de outras pessoas.
Ainda de acordo com a investigação, a suspeita tinha vínculos com as salas comerciais usadas para a atividade. Também havia registros criminais relacionados à exploração da prostituição no mesmo endereço.
Cinco ações em dois meses
A operação desta quinta-feira foi a quinta realizada pela 2ª DP, em cerca de dois meses, contra estabelecimentos investigados por exploração da prostituição na Asa Norte.
A primeira ocorreu em 23 de julho, em um estabelecimento na região da SHCGN 704/705 Norte. A investigação apurava suspeita de exploração sexual, inclusive com possível envolvimento de adolescentes.
Em 14 de setembro, policiais fizeram uma operação em um estabelecimento na SCLN 410 Norte, que funcionava como uma clínica de massoterapia. A responsável pelo local foi presa em flagrante.
Quatro dias depois, em 18 de setembro, a 2ª DP cumpriu mandados de busca e apreensão em um estabelecimento na SCLRN 708 Norte.
Já em 25 de setembro, uma ação em salas comerciais na CLN 307 Norte terminou com a prisão em flagrante da responsável. Ela foi colocada em liberdade provisória, mas acabou presa novamente em 30 de setembro.
A PCDF informou que denúncias podem ser feitas pelos canais oficiais da instituição. Segundo a corporação, as informações ajudam na identificação de possíveis casos de exploração sexual e na adoção de medidas para proteção das vítimas.








