O ex-procurador da República Deltan Dallagnol (Novo), eleito senador pelo Paraná, foi chamado por Flávio Bolsonaro (PL) para auditar toda a documentação da quebra dos sigilos que serão entregues pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De acordo com a campanha de Flávio, a contribuição de Deltan decorre do fato de que ele possui conhecimento sobre os métodos e engrenagens financeiras investigados na Operação Lava Jato, incluindo as teias que envolveram figuras centrais do PT e negócios ligados a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
“Com anos de experiência na identificação de ocultação de bens, triangulações bancárias e fluxos de caixa dois, Deltan vai analisar cada extrato e relatório para desconstruir a narrativa petista e rastrear as inconsistências”, diz a nota enviada pela equipe de Flávio à imprensa.
O ex-procurador disse que irá analisar com rigor todos os documentos entregues pelo presidente Lula. Segundo ele, o petista é “especialista em ocultar patrimônio”.
“Fui escalado pela campanha do Flávio para analisar os documentos entregues pelo presidente Lula. Ele é especialista em ocultar patrimônio e eu sou especialista em descobrir”, declarou em conversa com jornalistas em frente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“A primeira parte do meu trabalho será analisar a completude dos documentos entregues pelo presidente Lula. Lula foi desafiado e concordou em entregar uma série de documentos que englobam documentos fiscais e bancários seus e de parentes”.
“Queremos analisar esses documentos para podermos resgatar a história. A história de Lula precisa ser resgatada por meio desses documentos”, acrescentou.
A campanha de Flávio afirmou que “se Lula afirma não ter nada a esconder, a documentação precisa ser examinada com rigor, independência e sem concessões” e que “o que importa não é o discurso, mas o que os documentos efetivamente demonstram”.
“A campanha de Flávio Bolsonaro defende que a sociedade brasileira tenha acesso à verdade e que nenhuma promessa de transparência seja tratada como prova antes de uma análise criteriosa dos fatos”, completa a nota.










