A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) descartou o envolvimento da babá na morte de uma bebê de 1 ano e 3 meses, ocorrida no domingo (25), em Samambaia. A investigação continua para esclarecer as circunstâncias da morte e identificar possíveis responsáveis.
A criança morreu após ser levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia em parada cardiorrespiratória. Segundo o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), a bebê apresentava sinais de violência e não resistiu às tentativas de reanimação.
O caso é investigado pela 32ª Delegacia de Polícia de Samambaia. Durante o atendimento médico, foram identificados hematomas, cortes e outras lesões que aparentavam ter ocorrido em momentos diferentes.
A babá havia sido mencionada após uma ocorrência anterior, no início de outubro, quando a mãe relatou suspeita de agressão contra a filha. Na ocasião, a criança foi levada a unidades de saúde com hematomas na cabeça e uma marca semelhante a uma mordida na bochecha.
Após a identificação das lesões, o Conselho Tutelar solicitou à Justiça medidas para afastar a menina da mãe, do padrasto e da babá. O pedido foi negado em 22 de outubro, por falta de indícios suficientes para justificar o afastamento. Antes disso, a criança havia ficado sob os cuidados da avó materna, mas voltou para a mãe no sábado (24), um dia antes de morrer.
A mãe, o padrasto e a babá foram ouvidos pela Polícia Civil. Até a publicação da reportagem, ninguém havia sido preso. A causa da morte ainda precisa ser esclarecida pelas investigações.








