A abstenção no Distrito Federal caiu no segundo turno das eleições, realizado no domingo (25/10). Dos 2.244.176 eleitores aptos a votar para governador, 389.853 não compareceram às urnas, o equivalente a 17,37% do eleitorado.
No primeiro turno, em 4 de outubro, 426.067 eleitores haviam faltado, uma abstenção de 18,99%. Assim, 36.214 pessoas a menos deixaram de votar. O comparecimento subiu de 1.817.921 para 1.854.323 eleitores, 82,63% do total.
Os votos brancos e nulos na disputa pelo governo também diminuíram. Foram 55.771 votos em branco, 3,01% do total, e 72.280 nulos, 3,90%. No primeiro turno, os brancos somaram 74.774 (4,11%) e os nulos, 89.910 (4,95%).
Os votos válidos para governador chegaram a 1.726.272, ou 93,09% dos votos registrados nas urnas. Celina Leão (PP) foi eleita com 57,20% dos válidos, contra 42,80% de Leandro Grass (PT).
Na eleição para presidente, a abstenção no DF ficou em 17,30%. Dos 2.258.995 eleitores aptos, 390.715 não votaram. Os brancos foram 1,20% dos votos e os nulos, 2,20%, ou 41.128 votos, índices bem menores que os registrados na disputa local.
Depois da abstenção do primeiro turno, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) fez um apelo público para que os eleitores comparecessem às urnas no segundo turno.
Quem não votou tem até 24 de dezembro para justificar a ausência. A justificativa pode ser feita pelo aplicativo e-Título, pelo site da Justiça Eleitoral ou em qualquer cartório eleitoral. Quem não justificar pagará multa e poderá ter restrições, como a emissão de passaporte.









